Nasci aos 16 de dezembro de 1988, finzinho da década de 80, no UMMS- Unidade Mista Maria Silva, único hospital de Itapetim.
Falarei um pouco da história e coordenadas geográficas da minha cidade.
Na segunda metade do Século XVIII, quando nesta região só habitavam os índios BABICOS, chagaram os portugueses Pedro Mendez de Barros e Manoel Inácio da Cunha, os quais se fixaram na terra, dedicando-se ao cultivo de milho, feijão, mandioca, batata-doce, e criação de gado.
No dia 1º de janeiro de 1798 os portugueses Pedro Mendez e Manoel Inácio doaram as terras do Rio Pajeú à corporação da Mão Morta da Diocese de Olinda – PE.
ITAPETIM teve em passado remoto o original nome de UMBURANAS, em conseqüência da existência de muitas árvores do mesmo nome, aonde os homens em face de uma travessia aqui existente costumavam utilizar a sombra das citadas árvores para repousos e fazerem suas trocas comerciais.
Pelo Decreto n.º 92 de 31 de Março de 1928, o povoado de Umburanas passou a chamar-se SÃO PEDRO DAS LAGES.
Em 31 de Dezembro de 1943, em face da coincidência de nome com uma cidade do Estado de São Paulo, pelo Decreto-Lei n.º 952 foi alterado o nome da VILA DE ITAPETININGA. Itapetim foi elevado à categoria de cidade a 29 de dezembro de 1953, desmembrado do município de São José do Egito, e o município foi instalado a 01 de junho de 1954, com área de 216km² e 14.491 habitantes. Estou entre esses 14.491 habitantes. A maior parte dos munícipes é da família Piancó, que é também a minha família.
Quando eu era criança ouvi muito as pessoas falarem que Itapetim foi construída dentro de um buraco, e também que é fora de linha. Lembro-me também que minha tia Teresa (irmã do meu pai) falava que aqui foi construído no meio de um cocô de vaca. Não sei porque (rrsrss). Um dia eu pergunto isso a ela e volto para escrever para você que possivelmente esteja lendo esse livro.
Falarei como bem ressaltou o meu querido escritor Charles Kiefer, em sua obra Caminhando na Chuva, ao descrever Pau D’Arco: Itapetim é “o pano de fundo, a tela em que o filme há de se desenvolver”, todo mundo conhece todo mundo.
Falarei um pouco da história e coordenadas geográficas da minha cidade.
Na segunda metade do Século XVIII, quando nesta região só habitavam os índios BABICOS, chagaram os portugueses Pedro Mendez de Barros e Manoel Inácio da Cunha, os quais se fixaram na terra, dedicando-se ao cultivo de milho, feijão, mandioca, batata-doce, e criação de gado.
No dia 1º de janeiro de 1798 os portugueses Pedro Mendez e Manoel Inácio doaram as terras do Rio Pajeú à corporação da Mão Morta da Diocese de Olinda – PE.
ITAPETIM teve em passado remoto o original nome de UMBURANAS, em conseqüência da existência de muitas árvores do mesmo nome, aonde os homens em face de uma travessia aqui existente costumavam utilizar a sombra das citadas árvores para repousos e fazerem suas trocas comerciais.
Pelo Decreto n.º 92 de 31 de Março de 1928, o povoado de Umburanas passou a chamar-se SÃO PEDRO DAS LAGES.
Em 31 de Dezembro de 1943, em face da coincidência de nome com uma cidade do Estado de São Paulo, pelo Decreto-Lei n.º 952 foi alterado o nome da VILA DE ITAPETININGA. Itapetim foi elevado à categoria de cidade a 29 de dezembro de 1953, desmembrado do município de São José do Egito, e o município foi instalado a 01 de junho de 1954, com área de 216km² e 14.491 habitantes. Estou entre esses 14.491 habitantes. A maior parte dos munícipes é da família Piancó, que é também a minha família.
Quando eu era criança ouvi muito as pessoas falarem que Itapetim foi construída dentro de um buraco, e também que é fora de linha. Lembro-me também que minha tia Teresa (irmã do meu pai) falava que aqui foi construído no meio de um cocô de vaca. Não sei porque (rrsrss). Um dia eu pergunto isso a ela e volto para escrever para você que possivelmente esteja lendo esse livro.
Falarei como bem ressaltou o meu querido escritor Charles Kiefer, em sua obra Caminhando na Chuva, ao descrever Pau D’Arco: Itapetim é “o pano de fundo, a tela em que o filme há de se desenvolver”, todo mundo conhece todo mundo.

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